sexta-feira, 3 de julho de 2015

A flor azul na terra da tecnologia

Por Anna Gabriela da Motta, Iago Santos,
 Jéssica Miranda e Shayene Martins



Em Benjamin, cinema e experiência: a flor azul na terra da tecnologia, Miriam Hansen analisa e aponta críticas, trazendo diversas teorias, sobre o tratado de Walter Benjamin A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica. O texto do autor alemão discute a arte no cerne da revolução industrial, da retirada do homem do campo para a cidade e da criação do cinema, onde este seria um reflexo histórico de sua época.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Sobre o cinema de atrações e o cinema industrializado

Por Erick Coelho, João Negrelli, Jonathan Fagundes,
Leonardo Gonçalves, Ricardo Almeida e Thalison Oliveira

Benjamin acredita que obras de artes cinematográficas precisam chegar a um maior número de pessoas, porém, ressalta que a massificação faz com que elas percam seu valor. (Foto: Reprodução/Abril Online)

Aura x massas: o cinema e a fotografia como promotores de uma cultura revolucionária

Por Karina Mendes, Ana Clara de Assis, Ingrid Carraro
Camila Santos, Ronan Dos Santos e André Barbalho


Miriam Hansen abre o texto “Benjamin, cinema e experiência: a flor azul na terra da tecnologia” com uma citação de “A obra de arte na era da sua reprodutibilidade”. Nela, Benjamin faz uma crítica sobre o modo como o cinema gera, de certa forma, a autoalienação humana usando o trecho “na representação dos seres humanos através do aparelho, a autoalienação humana encontrou uma realização sumamente produtiva.”.