sexta-feira, 3 de julho de 2015

Estética e anestética: uma reconsideração de "A Obra de Arte" de Walter Benjamin

Por Janine Lopes, Laira Carnelós,
Mariana Balduci, Mariana Diniz e Taiane Souza

A autora Susan Buck-Morss em seu artigo “Estética e anestética: uma reconsideração de A Obra de Arte de Walter Benjamin”, publicado em 1992, aborda uma problemática sob a teoria de politização da arte. Para Benjamin, a politização da arte seria a incorporação da crítica e do raciocínio lógico nas reproduções das novas mídias. Para a autora, se é imprescindível a presença da crítica para tornar a cultura de massa produtiva, a arte pela arte é abandonada. Sob essa perspectiva, a estetização da política causa alienação, enquanto a radicalização da politização da arte gera anestesia. Sendo assim, a autora defende a coexistência dos dois extremos, pelo fato de que ambos não limitam a experiência artística.

A Obra de Arte na Época de sua Reprodutibilidade Técnica

Por Ana Carolina Leão, Cleomar Marin,
Patrícia Freitas e Núbya Fontes

Ao desenvolver o texto de “A Obra de Arte na Época de sua Reprodutibilidade Técnica”, Walter Benjamin discursa sobre o advento de produtos culturais de massa, a consequente perda da autenticidade das produções artísticas e a efemeridade das mesmas.

A flor azul na terra da tecnologia

Por Anna Gabriela da Motta, Iago Santos,
 Jéssica Miranda e Shayene Martins



Em Benjamin, cinema e experiência: a flor azul na terra da tecnologia, Miriam Hansen analisa e aponta críticas, trazendo diversas teorias, sobre o tratado de Walter Benjamin A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica. O texto do autor alemão discute a arte no cerne da revolução industrial, da retirada do homem do campo para a cidade e da criação do cinema, onde este seria um reflexo histórico de sua época.